Valério Andrade - crítico de Cinema
Natal, Cine Rex, anos 50. Foi lá que conheci Elizabeth Taylor e como todo mundo fiquei deslumbrando com a sua perturbadora beleza. Belíssimo, o rosto não tinha ângulo desfavorável. Os olhos azuis adquiriam uma singular tonalidade violeta. Era um olhar hipnótico. A câmara – e, é claro, os homens – a amavam na vida real e na tela.
A realidade e a ficção
O seu caso de amor com Richard Burton foi tão tumultuado como as filmagens da segunda versão de “Cleópatra”, na qual a realidade se confundiu com a ficção. Na tela, ela trocou César (Rex Harrison) por Marco Antônio, na vida real, o marido, Eddie Fisher, por Richard Burton.
Acusado de haver “roubado” o marido de sua antiga amiga e colega da Metro, Debbie Reynolds, Liz, disse, secamente: “Eu não tirei o que ela teve”. Leia-se: Debbie não tinha o amor de Eddie Fisher.
A devoradora de homens
Acusada de haver desfeito o casamento da dócil Debbie, Liz passou a ser retratada pela imprensa americana como uma “devoradora de homens” e destruidora de lares. Por causa dela, Richard Burton, que tinha um casamento estável com uma inglesa, separou-se.
Liz costumava dizer que somente ia para cama depois do casamento – foram oito, inclusive, dois com o mesmo homem: Richard Burton. Segundo comentou-se nos bastidores de “Cleópatra”, em Roma, Burton teria sido a exceção da regra.
Quando um assustado Eddie Fisher, cuja carreira no cinema dependia mais dela do que dele (o seu papel em “Disque Butterfield 8” foi obtido por imposição de Liz), chegou a Roma de Fellini o seu lugar na cama e na vida da esposa haviam sido ocupados por Burton.
A sensualidade de Liz
De repente, Debbie Reynolds viu o ex-marido ser rejeitado como ela havia sido. Foi a vingança chegando mais depressa do que ela esperava. Se Debbie não era tão boa na cama como Liz, Eddie Fisher também não seria tão bom quanto Richard Burton.
Com o súbito final da carreira cinematográfica e com o declínio como cantor, Eddie Fisher caiu no fundo do poço do ostracismo. Resolveu ditar a autobiografia. Mas quem estaria interessado nele? Mas ele sabia de algo que interessava a todos: a sua vida com Liz Taylor.
O segredo sexual
No livro de Eddie Fisher, inédito no Brasil, ele diz que Liz era insaciável e que ele era bom de cama: “Ela não queria uma vez, nem duas, mas três vezes por noite”. Outra revelação, ainda mais excitante: “Ela tem um dom erótico que nunca conheci em nenhuma mulher: uma vagina em formato de sanfona”.
O auge da fama
Com o final do contrato com a Metro, Liz foi convidada pela 20th Century-Fox para a superprodução “Cleopátra”. Ela, porém, não queria fazer o filme e por isso fez uma exigência inédita na história do cinema: o cachê de um milhão de dólares: mas aconteceu o que ela própria achava impossível: a Fox aceitou.
Ao contrário do que foi dito no noticiário sobre a sua morte, não foi o cachê que quase levou a Fox à falência, nem também o filme resultou em estrondoso fracasso de bilheteria. O que balançou um dos setes maiores estúdios de Hollywood, foi o altíssimo custo de produção – algo em torno de 33 milhões de dólares, quantia impensável e irrecuperável em 1961.
A visita da morte
Rio, redação do Correio da Manhã, 1961. O telex enviado de Londres informava: “Elizabeth Taylor foi hospitalizada e o seu estado é grave”. Outro despacho informava que ela estava com pneumonia. A seguir, o mais assustador: Liz fora submetida à traqueotomia.
Na junta médica contratada pela Fox, constava o nome do médico particular da Rainha Elizabeth. Durante cinco dias havia dúvidas de que Liz, com apenas 28 anos, sobreviveria.
A preparação do obituário
Naquele tempo não havia internet e os jornais arquivavam as noticias em pastas no Departamento de Pesquisa. Coube a mim, como critico substituto da coluna de cinema (o titular era Moniz Vianna) escrever o obituário de Elizabeth Taylor. Com o espaço reservado apenas para a manchete, o subtítulo e o despacho telegráfico, essa matéria, como é obvio, felizmente, não foi utilizada.
Lembrei-me dessa missão jornalística e dos tempos que passei na redação do Correio da Manhã, ao ver no Jornal Nacional que Elizabeth Taylor havia partido – mas a imagem que conheci no Rex acha-se preservada na minha memória e nos filmes da videoteca.
A Felicidade não se Compra
Bené Chaves - crítico de Cinema, poeta e escritor
Realizado há mais de cinquenta anos, ‘A Felicidade não se Compra’ continua a ser um desses filmes que sempre enaltece a alma humana. De um otimismo fora do comum, Frank Capra também criou um tipo de comédia social que elevou seu nome ao sucesso absoluto nas décadas de 30/40, logo em seguida à grande Depressão Americana iniciada a partir de 1929. E a fita em questão, realizada em 1946, acertou em cheio no espírito do povo dos Estados Unidos e nos anos que se seguiram depois da crise no âmbito local.
De origem siciliana, Capra emigrou para Nova York em 1903, começando como argumentista nas comédias de Oliver Hardy (o Gordo) e Stan Laurel (o Magro) e conseguindo a liberdade de criar os primeiros sucessos de sua talentosa carreira. Daí iniciou logo cedo a trabalhar e realizou algumas obras importantes, destacando-se, sobretudo, em ‘Aconteceu naquela Noite’, produção de 1934 e que ganhou os principais prêmios da época. E principiava, então, o brilhantismo do jovem e adulto promissor.
‘A Felicidade não se Compra’ não foge à regra e conta a história (nos festejos natalinos da capital americana), em tom de fábula/fantasia, de um homem da classe média que se vê às voltas com as adversidades do mundo, tentando construir uma maneira de se adaptar melhor às condições de vida. E o personagem principal da trama está à beira do desespero e nem sempre consegue o que idealizou.
Existem, claro, situações outras que deturpam (ou tentam impedir) os meios favoráveis para o mesmo ter uma existência sem dificuldades. Neste aspecto, Bailey terá a ajuda de um anjo que será seu protetor. É aí onde se configura a fantasia, quando Clarence, o chamado anjo da guarda de nosso herói, entra literalmente em cena.
Isso tudo porque, devido às espertezas de uns e maldades de outros, o personagem se vê em apuros, fugindo de todos e se desesperando ante as já comentadas contrariedades que se instalam no seu cotidiano.
E, da ingenuidade ao humor, Capra vai narrando com maestria sua fábula e mostrando os passos de George Bailey (numa boa interpretação de James Stewart/foto) que sempre se sacrificou pelo próximo. É o que se faz perceber logo no início, quando o tal anjo é designado para salvar-lhe à vida e também guardá-lo das desgraças.
Em uma pitada de ironia mostra-se também o interesse do protetor (até os anjos com suas cobiças, imagine!), pois ele está na missão de ganhar um par de asas. Tudo fará, certamente, para livrar nosso herói e inclusive convencê-lo de como a cidade seria diferente se o mesmo não existisse.
É o mundo confiante do realizador de ‘Do Mundo nada se Leva’ (1938), como também a universal dimensão de seu lado fraternal, irônico, vivencial. Uma simples cena, um gesto qualquer (vide o corrimão da escada, o detalhe da mão segurando a peça solta), a ironia suprema (Bailey no bar pedindo a proteção dos céus, rezando e logo depois sendo esmurrado), são fatores característicos das imagens de Capra dentro de situações que ele criou e adaptou na sua trajetória cinematográfica.
E imagens para realçar um entendimento e entretenimento nas necessidades diárias: uma mulher bonita sendo induzida ao casamento para construir com o amado um lar feliz e lindo. E as tentações da vida, de um bem-estar social melhor.
Com clareza, Frank Capra mostra as façanhas de cada um: a solidariedade de alguns poucos e a ruindade de outros muitos. E a fita toma a feição e a defesa do Bem sobre o Mal, no já denunciado quadro de otimismo que permeia seu desenrolar, levando-nos a uma mistura de amor, riso e emoção.
Marquises/ filmes /2011
Sem limites
O roteiro diluiu o que a história tinha de bom, enquanto a direção de Neil Burger supervalorizou a técnica em detrimento da temática e da tragédia pessoal do protagonista. Para atrair o público através da ação, o filme banalizou a originalidade e superficializou o drama.
Jogo do poder
Com um tema contundente, reduzido a uma rotineira aventura de ação, “Jogo do Poder” ficou longe do filme que poderia ter sido. Outro equivoco: a escolha de Sean Penn. Ator pernóstico, típico contestador de tudo e de todos, mesmo quando defende uma causa simpática, o faz de maneira antipática. Falta-lhe o carisma, a humanização e a empatia pessoal que um Harrison Ford estabelece com o telespectador.
placar das atuações - novelas
Para quem quiser ver como um ator faz a diferença em uma novela, o que, aliás, ocorre com frequência nos filmes, veja Lima Duarte em Araguaia. A seu respeito, pode-se repetir a frase que, apesar de velha, permanece atual: talento não tem idade.
A propósito da idade e do talento, lembre-se (sempre) da expressiva presença de Fernanda Montenegro (81 anos) em Passione.
Aos 81 anos, Lima Duarte há décadas atuando em novelas (entre outras, “O Bem Amado”, “Roque Santeiro”) tem vivendo personagens que não foram esquecidos – e, com a veloz rotatividade das novelas, é preciso um desempenho incomum para permanecer na memória do público.
Além do seu talento versátil, Lima Duarte, não importa a novela ou o papel, corporifica o personagem com o seu singular estilo de representar. Muda de cara, de condição social, no modo de falar (agora, o sotaque é gaúcho), mas a marca do seu estilo permanece intacta na tela. Em papel feito sob encomenda em Araguaia, o seu talento e o seu estilo aparecem de corpo inteiro na figura de Max Martinez.
xadrez potiguar
O vencedor do 124º edição do Torneio de Xadrez Rápido, realizado domingo (27), foi Ricardo Cariello (foto) que obteve 5.5 pontos no máximo de seis. A segunda colocação ficou com Roger Diogo (foto), com 5 pontos. A coordenação ficou a cargo de Lenia Damasceno (foto) e contou com 16 jogadores.
Além do campeão e do vice, os demais enxadristas foram: Thiago Chellappa; Flavio Leite; Atila Damasceno; Izael Brasilino; Rafael Albuquerque; Luiz Eduardo; Allysson Muniz; Alemberg Morais; Rodrigo Albuquerque; David Frankental; Atena Damasceno; Zapata Damasceno; Welligton Albuquerque; Joseilma Medeiros
Seja Bem Vindo ao maior site de informação do Brasil, aqui você fica por dentro de tudo sobre a saga!
sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Veja supostas fotos da cena de sexo de 'Amanhecer'
sexo entre os personagens de Robert Pattinson e Kristen Stewart em "Amanhecer", filme que teve partes rodadas no Rio e em Paraty. Em uma das imagens, Kristen aparece no que seria sua versão vampira. Não se sabe, no entanto, se as cenas estão na primeira ou segunda parte do filme. As estreias acontecem nos dias 18 de novembro de 2011 e 16 de novembro de 2012, respectivamente.
Robert Pattinson e Kristen Stewart em "Amanhecer"
Robert Pattinson e Kristen Stewart
Robert Pattinson e Kristen Stewart em "Amanhecer"
Será que essa é a primeira imagem de Kristen Stewart como vampira?
Robert Pattinson e Kristen Stewart: seria a tão esperada cena da cachoeira?
Robert Pattinson e Kristen Stewart em "Amanhecer"
Robert Pattinson e Kristen Stewart
Robert Pattinson e Kristen Stewart em "Amanhecer"
Será que essa é a primeira imagem de Kristen Stewart como vampira?
Robert Pattinson e Kristen Stewart: seria a tão esperada cena da cachoeira?
quinta-feira, 31 de março de 2011
Ator Robert Pattinson é cotado para filme do mangá Akira
Astro dos cines série ''Crepúsculo'', o ator Robert Pattinson está cotado para viver o protagonista da adaptação hollywoodiana do mangá ''Akira''. O filme terá produção da Warner Bros em parceria com a Legendary Pictures. As filmagens devem começar em agosto e, de acordo com o site norte-americano Deadline, a intenção é realizar dois filmes que reuniriam o conteúdo dos seis mangás publicados originalmente.
A HQ de Katsuhiro Otomo é considerada um ícone do ciberpunk. Ela se passa em uma Tóquio reconstruída após a 3ª Guerra Mundial. O enredo tem como foco uma gangue de motoqueiros liderada por Kaneda, que tem Tetsuo como melhor amigo.
Esse se acidenta ao atropelar uma criança misteriosa (Akira), que havia escapado de um programa de investigação secreta do governo. Confundido com o paciente, o motoqueiro é encaminhado ao hospital e é submetido a experimentos secretos que lhe dão poderes sobre-humanos.
O papel de Tetsuo, parceiro do protagonista Kaneda, foi oferecido a Andrew Garfield, James McAvoy. Justin Timberlake, Garret Hedlund, Chris Pine e Joaquin Phoenix, que disputam o trabalho. Ainda não há previsão de estréia de ''Akira'' nos cinemas.
A HQ de Katsuhiro Otomo é considerada um ícone do ciberpunk. Ela se passa em uma Tóquio reconstruída após a 3ª Guerra Mundial. O enredo tem como foco uma gangue de motoqueiros liderada por Kaneda, que tem Tetsuo como melhor amigo.
Esse se acidenta ao atropelar uma criança misteriosa (Akira), que havia escapado de um programa de investigação secreta do governo. Confundido com o paciente, o motoqueiro é encaminhado ao hospital e é submetido a experimentos secretos que lhe dão poderes sobre-humanos.
O papel de Tetsuo, parceiro do protagonista Kaneda, foi oferecido a Andrew Garfield, James McAvoy. Justin Timberlake, Garret Hedlund, Chris Pine e Joaquin Phoenix, que disputam o trabalho. Ainda não há previsão de estréia de ''Akira'' nos cinemas.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Robert Pattinson e Justin Timberlake podem atuar em Akira
O novo roteiro da versão live action do anime Akira, escrito por Steve Kloves (Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I), foi enviado para uma série de atores, segundo o Deadline.
Robert Pattinson (A Saga Crepúsculo: Eclipse), Andrew Garfield (Não Me Abandone Jamais) e James McAvoy (O Procurado) seriam os alvos para interpretar o vilão Tetsuo, enquanto Justin Timberlake (A Rede Social), Garrett Hedlund (Tron - O Legado), Michael Fassbender (Bastardos Inglórios), Chris Pine (Incontrolável) e Joaquin Phoenix (Amantes) estariam cotados para ser o herói Kaneda.
O novo planejamento para o longa, que pertence à Warner e é comentado há anos, indica que as filmagens começarão em agosto. A direção ficará por conta de Albert Hughes (O Livro de Eli).
A história se passa em New Manhattan (no mangá, Neo Tóquio), num futuro apocalíptico, onde uma gangue de motoqueiros se envolve num acidente com uma carga secreta do governo. Após o acontecimento, um dos motociclistas, Tetsuo, desenvolve sérios distúrbios que depois se revelam como superpoderes, fazendo com que seu amigo Kaneda tenha que impedi-lo em sua jornada de destruição pela cidade.
A história de Akira foi criada por Katsuhiro Otomo e nasceu como mangá. Desde então, Brad Pitt (Megamente), Leonardo DiCaprio (A Origem), James Franco (127 Horas), Zac Efron (A Morte e Vida de Charlie) e Morgan Freeman (RED - Aposentados e Perigosos) foram alguns dos atores cotados para o elenco da possível adaptação.
A nova versão de Akira tem estreia prevista para 2013.
http://cinema.cineclick.uol.com.br/uploads/imagens/geral/199519.jpg
Robert Pattinson (A Saga Crepúsculo: Eclipse), Andrew Garfield (Não Me Abandone Jamais) e James McAvoy (O Procurado) seriam os alvos para interpretar o vilão Tetsuo, enquanto Justin Timberlake (A Rede Social), Garrett Hedlund (Tron - O Legado), Michael Fassbender (Bastardos Inglórios), Chris Pine (Incontrolável) e Joaquin Phoenix (Amantes) estariam cotados para ser o herói Kaneda.
O novo planejamento para o longa, que pertence à Warner e é comentado há anos, indica que as filmagens começarão em agosto. A direção ficará por conta de Albert Hughes (O Livro de Eli).
A história se passa em New Manhattan (no mangá, Neo Tóquio), num futuro apocalíptico, onde uma gangue de motoqueiros se envolve num acidente com uma carga secreta do governo. Após o acontecimento, um dos motociclistas, Tetsuo, desenvolve sérios distúrbios que depois se revelam como superpoderes, fazendo com que seu amigo Kaneda tenha que impedi-lo em sua jornada de destruição pela cidade.
A história de Akira foi criada por Katsuhiro Otomo e nasceu como mangá. Desde então, Brad Pitt (Megamente), Leonardo DiCaprio (A Origem), James Franco (127 Horas), Zac Efron (A Morte e Vida de Charlie) e Morgan Freeman (RED - Aposentados e Perigosos) foram alguns dos atores cotados para o elenco da possível adaptação.
A nova versão de Akira tem estreia prevista para 2013.
http://cinema.cineclick.uol.com.br/uploads/imagens/geral/199519.jpg
Robert Pattinson diz que seu próximo filme será louco e difícil
O ator Robert Pattinson (A Saga Crepúsculo: Eclipse) falou à Empire sobre um de seus próximos filmes, o suspense Cosmopolis, do diretor David Cronenberg (Senhores do Crime).
"Eu estou maravilhado por estar no elenco. Eu tinha lido o roteiro e pensado 'isso é insano... mas insano e difícil.'" O ator aproveitou para elogiar o diretor, conhecido por seus filmes controversos. "Sempre amei seus filmes. (...) Nunca me ocorreu que um dia eu teria essa oportunidade."
Pattinson enalteceu o aspecto autoral nos filmes de Cronenberg e criticou as alterações no roteiro feitas pelos grandes estúdios. "Há poucos autores na indústria. A coisa que me irrita mais no cinema é quando você inicia um projeto e, dois dias depois do início, já há uma enorme mudança no roteiro para que o filme tenha uma censura mais baixa, tornando-se uma história completamente diferente. (...) Mas com pessoas como Cronenberg, você sabe que haverá um filme no fim do processo e será sólido (...) e não será feito por nenhuma outra razão fora ser um filme."
Além de Cosmopolis, o ator grava atualmente os dois últimos segmentos da Saga Crepúsculo e poderá ser visto também no drama Bel Ami, que está em fase de pós-produção.
"Eu estou maravilhado por estar no elenco. Eu tinha lido o roteiro e pensado 'isso é insano... mas insano e difícil.'" O ator aproveitou para elogiar o diretor, conhecido por seus filmes controversos. "Sempre amei seus filmes. (...) Nunca me ocorreu que um dia eu teria essa oportunidade."
Pattinson enalteceu o aspecto autoral nos filmes de Cronenberg e criticou as alterações no roteiro feitas pelos grandes estúdios. "Há poucos autores na indústria. A coisa que me irrita mais no cinema é quando você inicia um projeto e, dois dias depois do início, já há uma enorme mudança no roteiro para que o filme tenha uma censura mais baixa, tornando-se uma história completamente diferente. (...) Mas com pessoas como Cronenberg, você sabe que haverá um filme no fim do processo e será sólido (...) e não será feito por nenhuma outra razão fora ser um filme."
Além de Cosmopolis, o ator grava atualmente os dois últimos segmentos da Saga Crepúsculo e poderá ser visto também no drama Bel Ami, que está em fase de pós-produção.
Tenho uma vida obscenamente chata', confessa Robert Pattinson
Apesar de não ter parado de trabalhar e estrelar “Água para Elefante”, o ator Robert Pattinson disse em entrevista a “Entertainment Weekl” que sua fama deve acabar com “Crepúsculo”.
“Fofocas não vão mais funcionar, pois estão ligadas a ‘Crepúsculo’. Portanto, uma vez que não podem ser combinadas com a promoção de outro filme, vão acabar. Até porque tenho uma vida obscenamente chata", explicou.
O ator confessou ainda que, além de desejar interpretar um "gordo e grande" nos cinemas, gostaria de fazer outra saga. "É engraçado, parece que o mundo vai acabar com 'Crepúsculo'. Gostaria de fazer outro trabalho assim...”, disse.
Mas ponderou: “A única coisa horrível em uma franquia é a dificuldade de mudar as coisas: quando você interpreta o mesmo papel, não pode começar a fazê-lo, de repente, de forma diferente. Isso tira a criatividade”, emendou.
Pattinson aproveitou a entrevista para elogiar sua colega de cena em "Água para Elefante", Reese Witherspoon, com a qual aparece na capa da revista. "Há algo nela...Todas as crianças e animais simplesmente se atraíram por ela. Ela é muito legal, justa. . . nunca, jamais, irritante", definiu.
Ele recorda que, ao fotografar com ela para "Vanity Fair", quase "enlouqueceu": "Ela estava linda para mim, e eu não sabia o que estava fazendo. Foi a única vez que perdi a linha", lembra. "Ela fez uma cena em que chorava, e parou assim que disseram 'corta'. Fiquei fascinado, também queria saber fazer aquilo", completa. As informações são da N3 PRODUÇÕES
“Fofocas não vão mais funcionar, pois estão ligadas a ‘Crepúsculo’. Portanto, uma vez que não podem ser combinadas com a promoção de outro filme, vão acabar. Até porque tenho uma vida obscenamente chata", explicou.
O ator confessou ainda que, além de desejar interpretar um "gordo e grande" nos cinemas, gostaria de fazer outra saga. "É engraçado, parece que o mundo vai acabar com 'Crepúsculo'. Gostaria de fazer outro trabalho assim...”, disse.
Mas ponderou: “A única coisa horrível em uma franquia é a dificuldade de mudar as coisas: quando você interpreta o mesmo papel, não pode começar a fazê-lo, de repente, de forma diferente. Isso tira a criatividade”, emendou.
Pattinson aproveitou a entrevista para elogiar sua colega de cena em "Água para Elefante", Reese Witherspoon, com a qual aparece na capa da revista. "Há algo nela...Todas as crianças e animais simplesmente se atraíram por ela. Ela é muito legal, justa. . . nunca, jamais, irritante", definiu.
Ele recorda que, ao fotografar com ela para "Vanity Fair", quase "enlouqueceu": "Ela estava linda para mim, e eu não sabia o que estava fazendo. Foi a única vez que perdi a linha", lembra. "Ela fez uma cena em que chorava, e parou assim que disseram 'corta'. Fiquei fascinado, também queria saber fazer aquilo", completa. As informações são da N3 PRODUÇÕES
segunda-feira, 28 de março de 2011
Capa de revista, Robert Pattinson fala sobre a namorada, Kristen Stewart
Capa da edição italiana da revista "Style Magazine", o sempre reservado Robert Pattinson falou sobre carreira, vida pessoal e sobre Kristen Stewart. O Edward da saga "Crepúsculo" afirma que a fama traz muitas complicações e que não acha que ela seja um privilégio.
"Eu cheguei em um ponto em que disse: 'Eu vou ser um ator profissional, buscar a origem dos meus personagens, fazer alguma coisa real dentro da efemeridade deste meu trabalho.' Isto vai me permitir viver a vida que quero, ser um cidadão do mundo. Fama não é um privilégio, na verdade, ela complica as coisas. Eu tento não cair na tentação de ficar em hotéis de luxo, voos de primeira classe, receber dezenas de roupas de designers e milhares de garotas atrás de mim", disse.
Sobre Kristen Stewart, o ator contou que foi a química com ela que fez com que ele ficasse com o papel em "Crepúsculo" e que não gosta de falar sobre seus romances. "Eu nunca falo sobre meus flertes. Eu não sou um homem de amores pequenos e superficiais. Eu não falo da minha relação com minhas amigas, e muito menos sobre a minha relação com a Kristen Stewart. Eu a admiro por ser uma pessoa real e uma atriz real. A química que tive com ela me ajudou a ganhar meu papel em 'Crepúsculo'. Eu não deixo as pessoas tirarem fotos das casas que eu aluguei em Nova York e em Londres. Quando estou em Los Angeles, eu vivo em hoteis. Você consegue viver muito bem no anonimato de um quarto de hotel", disse.
O ator contou, também, que não está interessado em relações casuais e que quer uma família com dois ou três filhos.
"Eu cheguei em um ponto em que disse: 'Eu vou ser um ator profissional, buscar a origem dos meus personagens, fazer alguma coisa real dentro da efemeridade deste meu trabalho.' Isto vai me permitir viver a vida que quero, ser um cidadão do mundo. Fama não é um privilégio, na verdade, ela complica as coisas. Eu tento não cair na tentação de ficar em hotéis de luxo, voos de primeira classe, receber dezenas de roupas de designers e milhares de garotas atrás de mim", disse.
Sobre Kristen Stewart, o ator contou que foi a química com ela que fez com que ele ficasse com o papel em "Crepúsculo" e que não gosta de falar sobre seus romances. "Eu nunca falo sobre meus flertes. Eu não sou um homem de amores pequenos e superficiais. Eu não falo da minha relação com minhas amigas, e muito menos sobre a minha relação com a Kristen Stewart. Eu a admiro por ser uma pessoa real e uma atriz real. A química que tive com ela me ajudou a ganhar meu papel em 'Crepúsculo'. Eu não deixo as pessoas tirarem fotos das casas que eu aluguei em Nova York e em Londres. Quando estou em Los Angeles, eu vivo em hoteis. Você consegue viver muito bem no anonimato de um quarto de hotel", disse.
O ator contou, também, que não está interessado em relações casuais e que quer uma família com dois ou três filhos.
domingo, 27 de março de 2011
Robert Pattinson acredita que 'Amanhecer' será censurado
O ator Robert Pattinson acredita que o filme "Amanhecer", o desfecho da saga "Crepúsculo", não será adequado para crianças. "Eu vi algumas cenas e eu não consigo conceber como terá censura baixa, a não ser que eles cortem partes", disse. Os executivos da Summit Entertainment, apesar da declaração do ator, confirmam que o filme será adequado para maiores de 13 anos. "Não será apenas para maiores de idade", afirmou um porta-voz da empresa.
Segundo o intérprete de Edward Cullen, há cenas que seriam impróprias para crianças e adolescentes. "Há coisas interessantes e estranhas no filme - realmente muito, muito, muito estranhas. É ótimo. Para um filme popular, é uma história mais obscura e diferente. É um filme de horror", explicou.
Segundo o intérprete de Edward Cullen, há cenas que seriam impróprias para crianças e adolescentes. "Há coisas interessantes e estranhas no filme - realmente muito, muito, muito estranhas. É ótimo. Para um filme popular, é uma história mais obscura e diferente. É um filme de horror", explicou.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Saga Crepúsculo Mudou Imagem dos Vampiros
Pra quem antes só via os vampiros como ameaças, perigo e coisa do demônio mudou sua opinião por influência da saga. Veja alguns aspectos dissa mudança de opinião influenciada pela a saga!
Vampiros costumavam queimar ao sol e tomar sangue humano, mas agora eles brilham e viraram “vegetarianos”. Uma pessoa pode se perguntar, Twilight tirou as presas dos vampiros?
Vampiros. lobos, bruxas, fantasmas… Você não pode ligar a TV, comprar um novo livro ou entrar na internet sem uma dessas criaturas “sobrenaturais” serem o centro da atenção. Eles costumavam serem olhados de forma feia, até maligna… isso até o fenômeno da Saga Twilight de Stephenie Meyer.
Como twilight mudou a imagem do vampiro: Você teve suas meninas da série Charmed, seu Dean e Sam Winchester, Angel, Buffy, e a série Ghost Whisperer… todos tomaram a tarefa de lutar conta o mal, incluindo vampiros. Então, entra Edward Cullen e o resto da família Cullen. Corpo brilhantes de lado, quando Twilight chegou, vampiros estavam começando a serem vistos como algo além de malignos. Eles eram almas torturadas que não pediram por seu destino. Eles eram seres humanos que por acaso estavam mortos. Eles tinham sentimentos, entes queridos, e um desejo de ser humano novamente. Stephenie Meyer cruzou uma linha que nunca foi cruzada antes, e se foi, não teve o mesmo impacto que a história dela teve. Pela primera vez, um humano se apaixonou por um monstro… uma abstrata história da Bela e a Fera, exceto que dessa vez a fera continua sendo a fera. Bella teve que aprender a amar Edward, apesar que não foi difícil, e teve que aceitá-lo pelo ser imortal que ele era. No mesmo caso, Edward teve que usar cada gota de força que ele tinha para não tomá-la.
Juntamente com colocar vampiros em melhores olhos, Twilight também prestou uma homenagem ao lobisomem, na verdade metamorfo, mostrando que eles eram agressivos mas muito protetores de suas famílias, amigos, entes queridos, e membros de sua tribo. Apesar que lobisomens poderiam praticamente comparar sua força com a de um vampiro e poderia realmente matá-los, Twilight trouxe os dois juntos com um conto de amor que era forte suficiente para que eles arriscassem suas vidas e trabalhassem juntos.
Aceitando o vampiro
Livros sobre vampiros tem estado por aí por muito tempo ao que se parece, mas a explosão de vampiros em filmes e show de televisão apenas aconteceu algumas vezes. Hoje você tem Vampire Diaries, True Blood, Being Human, e a saga Twilight para te satisfazer se você é guloso por vampiros, cada um atraindo meros seres mortais para a sedutora vida que é a mortalidade. Sem mencionar os incontáveis livros que estão por aí e estão tomando vantagem dessa loucura. (…)
Por trás da sedução do Vampiro
Por que o proverbial Príncipe das Trevas é uma atração tão grande quando você está falando de um ser maligno se tornando bom. Talvez sentimos que existe trevas em cada um de nós e ao aceitarque uma criatura tão maliciosa, como um vampiro, viraram suas vidas e se tornarem bondosos, então uma pessoa pode transformar sua vida e se tornar uma pessoa melhor. Apesar que alguma coisa pode ser simplesmente porque o lado bad-boy de um vampiro é sexy.
Quais sejam as razões que estão por trás da sedução dos vampiros, Twilight trouxe uma espécie de admiração pelos tormentados. A existência primitiva do vampiro, intocada e não-influenciada por pessoas e época, foi mudada quando os Cullens decidiram se tornar uma parte da sociedade e se importar com os vivos depois de um passado de destruirem tantas vidas. É como se eles tivessem pagando por toda a destruição que eles causaram. Com a “nova” imagem de vampiro que está presente em cada show e história agora, é fácil olhar além do que essas criaturas realmente são e você já não os vê como monstros e sim pessoas reais, embaçando a linha entre fantasia e realidade.
Twilight “tirou as presas” dos Vampiros?
Apesar que eles possam não se alimentar de humanos, se transformarem em morcegos, ou queimar no sol, não quer dizer que eles são menos ferozes. Eles ainda podem matar facilmente. A maior diferença é a dedicação dos Cullens em amar, ser leal, e preservar a vida humana. Isso é o que faz esses vampiros mais humanos do que monstros. Sem presas ou não, a história de amor de Stephenie Meyer mostra que o amor não tem limites e morte não pode ficar no caminho, tornando mais fácil para qualquer um se apaixonar por esse Romeu e Julieta pouco ortodoxo.
Vampiros costumavam queimar ao sol e tomar sangue humano, mas agora eles brilham e viraram “vegetarianos”. Uma pessoa pode se perguntar, Twilight tirou as presas dos vampiros?
Vampiros. lobos, bruxas, fantasmas… Você não pode ligar a TV, comprar um novo livro ou entrar na internet sem uma dessas criaturas “sobrenaturais” serem o centro da atenção. Eles costumavam serem olhados de forma feia, até maligna… isso até o fenômeno da Saga Twilight de Stephenie Meyer.
Como twilight mudou a imagem do vampiro: Você teve suas meninas da série Charmed, seu Dean e Sam Winchester, Angel, Buffy, e a série Ghost Whisperer… todos tomaram a tarefa de lutar conta o mal, incluindo vampiros. Então, entra Edward Cullen e o resto da família Cullen. Corpo brilhantes de lado, quando Twilight chegou, vampiros estavam começando a serem vistos como algo além de malignos. Eles eram almas torturadas que não pediram por seu destino. Eles eram seres humanos que por acaso estavam mortos. Eles tinham sentimentos, entes queridos, e um desejo de ser humano novamente. Stephenie Meyer cruzou uma linha que nunca foi cruzada antes, e se foi, não teve o mesmo impacto que a história dela teve. Pela primera vez, um humano se apaixonou por um monstro… uma abstrata história da Bela e a Fera, exceto que dessa vez a fera continua sendo a fera. Bella teve que aprender a amar Edward, apesar que não foi difícil, e teve que aceitá-lo pelo ser imortal que ele era. No mesmo caso, Edward teve que usar cada gota de força que ele tinha para não tomá-la.
Juntamente com colocar vampiros em melhores olhos, Twilight também prestou uma homenagem ao lobisomem, na verdade metamorfo, mostrando que eles eram agressivos mas muito protetores de suas famílias, amigos, entes queridos, e membros de sua tribo. Apesar que lobisomens poderiam praticamente comparar sua força com a de um vampiro e poderia realmente matá-los, Twilight trouxe os dois juntos com um conto de amor que era forte suficiente para que eles arriscassem suas vidas e trabalhassem juntos.
Aceitando o vampiro
Livros sobre vampiros tem estado por aí por muito tempo ao que se parece, mas a explosão de vampiros em filmes e show de televisão apenas aconteceu algumas vezes. Hoje você tem Vampire Diaries, True Blood, Being Human, e a saga Twilight para te satisfazer se você é guloso por vampiros, cada um atraindo meros seres mortais para a sedutora vida que é a mortalidade. Sem mencionar os incontáveis livros que estão por aí e estão tomando vantagem dessa loucura. (…)
Por trás da sedução do Vampiro
Por que o proverbial Príncipe das Trevas é uma atração tão grande quando você está falando de um ser maligno se tornando bom. Talvez sentimos que existe trevas em cada um de nós e ao aceitarque uma criatura tão maliciosa, como um vampiro, viraram suas vidas e se tornarem bondosos, então uma pessoa pode transformar sua vida e se tornar uma pessoa melhor. Apesar que alguma coisa pode ser simplesmente porque o lado bad-boy de um vampiro é sexy.
Quais sejam as razões que estão por trás da sedução dos vampiros, Twilight trouxe uma espécie de admiração pelos tormentados. A existência primitiva do vampiro, intocada e não-influenciada por pessoas e época, foi mudada quando os Cullens decidiram se tornar uma parte da sociedade e se importar com os vivos depois de um passado de destruirem tantas vidas. É como se eles tivessem pagando por toda a destruição que eles causaram. Com a “nova” imagem de vampiro que está presente em cada show e história agora, é fácil olhar além do que essas criaturas realmente são e você já não os vê como monstros e sim pessoas reais, embaçando a linha entre fantasia e realidade.
Twilight “tirou as presas” dos Vampiros?
Apesar que eles possam não se alimentar de humanos, se transformarem em morcegos, ou queimar no sol, não quer dizer que eles são menos ferozes. Eles ainda podem matar facilmente. A maior diferença é a dedicação dos Cullens em amar, ser leal, e preservar a vida humana. Isso é o que faz esses vampiros mais humanos do que monstros. Sem presas ou não, a história de amor de Stephenie Meyer mostra que o amor não tem limites e morte não pode ficar no caminho, tornando mais fácil para qualquer um se apaixonar por esse Romeu e Julieta pouco ortodoxo.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Robert Pattinson fala de futuro depois de 'Crepúsculo' em revista
Promovendo o filme Água para Elefantes, os protagonistas Robert Pattinson e Reese Witherspoon são destaques da revista Entertainment Weekly desta semana, que chega nas bancas norte-americanas na próxima sexta-feira (25). Em entrevista para publicação, o ator falou sobre seu futuro com o fim da saga Crepúsculo e como foi trabalhar com Reese na mais recente produção. As informações são do site Pop Sugar.
Com a segunda parte de Amanhecer chegando aos cinemas em novembro de 2012, Pattinson brincou com o fim do mundo e disse que todas as histórias e fofoca que envolvem o ator e o personagem nas revistas irão acabar porque ele tem uma vida 'obscenamente' chata. Ainda sobre as duas últimas partes de Crepúsculo, o ator disse que é o mais obscuro filme da série e que os produtores terão problemas em deixar o filme permitido para maiores de 13 anos.
Pattinson ainda contou para a revista que trabalhar com Whitherspoon em Água para Elefantes foi extremamente fácil já que a atriz nunca irrita ninguém. "Há alguma coisa nela. Ela é genuinamente uma boa pessoa. Eu não sei se ela tenta criar uma boa auréa, mas seu bom humor contagia todo o set de filmagens."
http://img.terra.com.br/i/2011/03/24/1831992-8212-cp.jpg
Com a segunda parte de Amanhecer chegando aos cinemas em novembro de 2012, Pattinson brincou com o fim do mundo e disse que todas as histórias e fofoca que envolvem o ator e o personagem nas revistas irão acabar porque ele tem uma vida 'obscenamente' chata. Ainda sobre as duas últimas partes de Crepúsculo, o ator disse que é o mais obscuro filme da série e que os produtores terão problemas em deixar o filme permitido para maiores de 13 anos.
Pattinson ainda contou para a revista que trabalhar com Whitherspoon em Água para Elefantes foi extremamente fácil já que a atriz nunca irrita ninguém. "Há alguma coisa nela. Ela é genuinamente uma boa pessoa. Eu não sei se ela tenta criar uma boa auréa, mas seu bom humor contagia todo o set de filmagens."
http://img.terra.com.br/i/2011/03/24/1831992-8212-cp.jpg
quarta-feira, 23 de março de 2011
Produtora de Crepúsculo aposta em livro ainda inédito
A Summit Entertainment, que ganhou fôlego graças ao sucesso da saga Crepúsculo, tem uma nova aposta em vista. A produtora acaba de adquirir os direitos de adaptação para o cinema do livro Divergent, de Veronica Roth, que nem mesmo foi publicado ainda.
A história trará a sociedade dividida em cinco facções, cada uma voltada para uma virtude: Integridade, Abnegação, Coragem, Harmonia e Sabedoria. Todos aqueles que chegam aos 16 anos precisam escolher qual das facções pertencerão pelo resto de suas vidas. Em meio ao processo de iniciação, a personagem principal acaba se apaixonando.
A intenção da autora é que este seja o primeiro livro de uma trilogia. Seu lançamento no mercado americano será em maio deste ano.
A Summit já contratou Douglas Wick (Gladiador) e Lucy Fisher (Soldado Anônimo) para serem os produtores. Ainda não há nomes cotados para direção e elenco.
A história trará a sociedade dividida em cinco facções, cada uma voltada para uma virtude: Integridade, Abnegação, Coragem, Harmonia e Sabedoria. Todos aqueles que chegam aos 16 anos precisam escolher qual das facções pertencerão pelo resto de suas vidas. Em meio ao processo de iniciação, a personagem principal acaba se apaixonando.
A intenção da autora é que este seja o primeiro livro de uma trilogia. Seu lançamento no mercado americano será em maio deste ano.
A Summit já contratou Douglas Wick (Gladiador) e Lucy Fisher (Soldado Anônimo) para serem os produtores. Ainda não há nomes cotados para direção e elenco.
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Set amanhecer
Robert estava usando a aliança o que deve significar que as filmagens do casamento já terminaram e que estão filmando as cenas em que Edward e Bella já são casados.
sábado, 19 de março de 2011
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